MÉTODO OSMAR LIMA

Uma forma bastante adotada para treinamento e desenvolvimento é aquela de produzir a qualidade das atitudes, educando os colaboradores nos níveis neurológicos mais, profundos, isto é, no sistema de crenças, na identidade e no espiritual. Não resta dúvida que esta forma é mesmo a ideal, pois prepara operando mudanças de abordagens e paradigmas produzindo uma visão mais ampla dos aspectos de vida pessoal e profissional, garantindo otimização das competências, num regime de auto aperfeiçoamento contínuo, em demanda ao acompanhamento da evolução dos cenários.

Este preparo, entretanto, exige um tempo bastante longo, pois este tipo de mudança se opera lentamente, por razões perfeitamente compreensíveis.

Na maioria das vezes, as empresas não dispõem deste tempo, (muitas vezes pode alcançar dois anos ou mais) para obter do colaborador um desempenho pleno exigido pela função, principalmente nas organizações atuais, que são bastante enxutas.

Freqüentemente, a meio do caminho, o funcionário deixa a empresa e o processo não fica concluído. Outras vezes, se os trabalhos não forem bastante intensivos, o ritmo se perde e as motivações iniciais se dissolvem.

Além disso, há o investimento financeiro e mais o investimento de horas que a empresa tem que despender gerando situações desconfortáveis.

É indiscutível o valor de semear e cultivar para garantir a colheita de frutos de qualidade, mas, se precisamos dos frutos com urgência, porque não obtê-los agora, usufruir dos seus recursos e ainda aproveitar a sua semente?

Esta é a nossa proposta: Desenvolver ferramentas, num processo de interação com o colaborador, garantindo a agilização no desenvolvimento das competências. Desta forma, com o ganho da ferramenta, o colaborador se sente mais seguro no desempenho da função porque a ferramenta foi desenvolvida de forma sistêmica, alinhada com os objetivos de sua área e com o objetivo global da organização.

Com esta conquista o colaborador fica estimulado e treinado para desenvolver outras ferramentas, mantendo-as atualizadas e atendendo às necessidades da empresa. Com isto, o processo de treinamento e desenvolvimento ganha o crédito do colaborador em razão dos resultados que já está obtendo. Este é o momento para, simultaneamente, produzir a educação em níveis mais profundos. É sabido que uma mudança num nível superior, causa mudanças em todos os níveis inferiores e que nem toda mudança num nível inferior causaria necessariamente mudanças num nível superior. Entretanto, o nível Meio Ambiente, onde interagimos pode estimular ou desestimular, dependendo das respostas que obtemos aos nossos esforços. Por isso, sustentamos que os resultados obtidos imediatamente no Meio Ambiente com o nosso método estimula a persistência na mudança, alcançando a médio e longo prazo os níveis mais profundos.

Este processo, também poderá demandar um longo tempo. A diferença é que já começa com resultados, com ações observáveis no dia a dia. Ao longo do tempo, o aprimoramento vai se sedimentando, produzindo as alterações mais profundas.

O PROCESSO
Primeira fase – Impacto
Segunda fase – Ações de Motivação
Terceira fase – Criação de ferramentas

Simultaneamente desenvolver programas educacionais, em interação com as equipes.

Partimos da premissa que invariavelmente todo funcionário, toda pessoa que conseguiu empregar-se, possue potencialmente bom nível de habilidades e competência.

O arrefecimento da vitalidade profissional ocorre por circunstâncias diversas que podem ter origem tanto no ambiente de trabalho como no íntimo do próprio indivíduo, possivelmente mais no indivíduo que no ambiente de trabalho porque a percepção varia de pessoa para pessoa. Um mesmo cenário poder ser estimulante para alguns e desmotivador para outros, tudo dependendo dos filtros característicos de cada um. As crenças, as preocupações e os interesses tem peso enorme na interpretação das situações.

Dependendo da capacidade de administrar emoções, dos objetivos que cada um enuncia e o tipo de necessidade motivadora, o arrefecimento pode ou não ocorrer.

Se a necessidade motivadora for de deficiência, tão logo satisfeita esta necessidade a motivação se esvazia. No caso de necessidade de crescimento, a satisfação somente promove a ampliação dos horizontes, criando novas necessidades e promovendo cada vez mais motivação.

Assim sendo, o arrefecimento da vitalidade profissional pode ser causado pela conquista da estabilidade no emprego. A pessoa fica satisfeita com a situação e passa a agir no piloto automático. Para cada situação do ambiente ele tem uma resposta padronizada e não arrisca adotar mudanças. O resultado tende a tornar-se medíocre. O funcionário fica estagnado e torna-se infeliz. Reclama de tudo e diante de um mau resultado procura justificar-se culpando os métodos, a falta de recursos, a falta de reconhecimento etc.

Todas as pessoas têm uma vontade imensa de crescimento, porém oculta, sufocada pelo medo de abrir mão do conforto da segurança e estabilidade.

As crianças revelam esta tendência de superação na curiosidade, na agitação, na criatividade, entretanto para afastá-la dos perigos os pais e até educadores as educam para não correr riscos. (- não corra, não suba aí, não mexa no fogo, não mexa com o cachorro) Não fomos educados para arriscar. Fomos educados para conquistar a estabilidade, a segurança. (- Estude, forme-se, tenha uma profissão e emprego seguro. Garanta sua aposentadoria) Este é considerado um bom conselho.

Estamos sendo educados para economizar energia, não para gerar mais e investir em novos projetos. Contudo, hoje, não existe mais a segurança e estabilidade no emprego, em razão da velocidade com que se verificam as mudanças no universo de trabalho. Qualquer profissão, evolui tanto, em tão pouco tempo, em função das necessidades do mercado que um profissional considerando competente hoje, em menos de um ano pode estar defasado se não acompanhar as mudanças.

Entretanto, um grande número de pessoas continua na busca por satisfação de suas necessidades básicas, permanecendo vitalizados até conseguirem satisfazê-la e então arrefecem. (história do japonês e a prostituta)

Em todas as atividades pertinentes ao nosso trabalho, estamos intimamente relacionados com elas. Elas são uma extensão de nós mesmos. Podemos nos relacionar com estas atividades ou sem qualidade profissional, dependendo do tipo de emoção que sustentemos nesta relação.

Assim, precisamos todos educar nossa emoção para nos relacionarmos melhor com nosso trabalho.

Temos nosso trabalho focado na educação das emoções no sentido de que cada indivíduo revele para si mesmo as suas necessidades de crescimento.

Método – Enunciação de Objetivos – Auto Motivação – Planejamento estratégico de Vida Pessoal e Profissional – Bloqueios e Vias Livres para o Sucesso – Espiritualidade – Etc.

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